Estupro coletivo: testemunha que foi a baile com vítima diz que ela quis ficar sozinha

Menina que não quis se identificar afirma que adolescente de 16 anos ficou sozinha na casa

1 NOTICIA A menina que saiu do baile funk acompanhada da vítima de estupro coletivo, de Raí de Souza e de Lucas Perdomo depôs nesta segunda (6) na DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima). Ela afirma que após sair da casa onde os quatro jovens foram após a festa, no dia 21 de maio, não soube mais da menina. — Falei com ela "vou embora", aí ela disse "tá bom, vou ficar". Aí eu fui embora e ela quis ficar. Não sei dizer porquê, sei que ela ficou e eu fui embora. Chamei o Petão [Lucas] e fomos os três embora da casa. Saímos eu, Lucas e Raí, e ela ficou. A partir dali [que eu fui embora] não sei mais. Novas provas A Polícia Civil concluiu que a vítima ficou cerca de 30 horas em poder de seus estupradores. Este intervalo foi revelado pela Polícia com base na análise de um novo vídeo do celular de Raí de Souza, preso da última segunda por ter participado do crime. As duas oportunidades em que a vítima foi violentada teriam sido, portanto, em dias diferentes.
 
No primeiro dos vídeos, a garota claramente é abusada e tenta reagir. — Já está provado o crime de estupro. O desafio da polícia é provar a extensão desse crime. Com as novas provas, os investigadores já conseguem montar uma cronologia dos fatos. As evidências são de que a jovem saiu do baile, onde teria, junto com os três amigos, consumido bebidas alcoólicas e drogas - maconha e cheirinho da loló - e foi para a casa. Por volta das 10h, os três saíram do local. Às 11 horas, a jovem que ficou estaria desacordada e teria sido retirada da casa pelo traficante Moisés Camilo de Lucena, o Canário. Ele, que está foragido, teria sido o primeiro a estuprá-la. O estupro seguinte ocorreria na noite de domingo. Para a delegada, há provas de que pelo menos quatro abusaram sexualmente da menina. Os policiais acreditam que outros possam estar envolvidos. Entretanto, as últimas investigações não indicam o número inicialmente divulgado - 30. A polícia acredita que esse número era uma referência a uma letra de funk famosa na região. Fonte: R7

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